Notícias

ARCOVERDE PERDE O MAESTRO JOSIAS

“Devoto de Santa Cecília, havia concedido há alguns meses entrevista ao editor deste site em homenagem realizada pela Prefeitura de Arcoverde no dia do músico...”

Por volta das 18h, faleceu em Arcoverde o Maestro Josias Lima. O músico lutava desde 2012 contra um câncer que lhe atacou o sistema digestivo. Mesmo doente, Josias continuava a carreira de compositor e ínterprete, tendo inclusive participado do Baile Municipal de Arcoverde de 2014, tocando com a Super OARA. A última apresentação de Josias foi durante o São João de Arcoverde no Polo das Artes no dia 22/06/2014.

Leia mais...

PUBLICITÁRIO DIZ QUE ARMANDO MONTEIRO VAI PERDER POIS SEU PERFIL NÃO COMBINA COM PT

O publicitário Marcelo Teixeira, da empresa Makplan, comentou o resultado do Ibope para o governo do Estado, divulgado nesta noite pela Globo e Estadão. O levantamento mostra uma evolução do socialista Paulo Câmara e uma queda do petebista, Armando Monteiro Neto.

“Na próxima pesquisa, do Datafolha, Paulo Câmara vai estar taco a taco com Armando, se não passar. O problema é que Armando Monteiro está no lugar errado. Ele não tem perfil para ser candidato pelo PT”, avalia.

No entendimento do marqueteiro, há ainda outros motivos a explicar a queda.

Leia mais...

Risos e lamentos: veja a reação dos alvos da pesquisa

Do portal G1, com blog do Magno

Veja abaixo como dirigentes partidários e parlamentares ligados às campanhas de Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) avaliaram a pesquisa Ibope (*) divulgada nesta terça-feira que aponta Dilma com 34%, Marina com 29% e Aécio com 19%.

DILMA

José Guimarães, deputado (CE) e vice-presidente do PT
'Acho que o resultado não nos assusta, mas nos impõe um processo de intensa disputa, radicalidade política, de mobilização da militância. Eu acho que depois de toda a pauleira que nós enfrentamos, nos mantermos com 34% está dentro do que estava previsto [...]. Acho que é natural esse crescimento da Marina por conta do patrocínio que foi feito por parte de setores da mídia em torno do nome dela, com o objetivo claro de viabilizar um segundo turno. O que nós temos de fazer é mostrar aquilo que a gente vem vivendo. Primeiro, o legado do que fizemos e, segundo, sinalizar o futuro e quais outras mudanças estamos sugerindo, sem subterfúgio e sem demagogia.'.

Vicentinho, deputado (SP) e líder do PT na Câmara
'Essa pesquisa é um cenário que requer da nossa parte um estudo mais profundo [...] para que a gente possa dedicar a nossa ação aonde os problemas estão acontecendo. Temos que fazer avaliação bem profunda e se dedicar à campanha. Agora, é continuar a campanha e afinar a estratégia, respeitar a pesquisa do Ibope, considerar todas as possibilidades e vamos em frente. Vejo a Marina como uma realidade que tem que ser encarada com a melhor calma possível, maior equilíbrio, Vamos pra rua, vamos pra luta.'

Humberto Costa, senador (PE) e líder do PT no Senado
“De um modo geral, não é um quadro preocupante. É preocupante para o PSDB. Obviamente que os números estão inflados pela exposição que a Marina teve nos últimos dias, pelo episódio da morde de Eduardo Campos. (…) Mas eu estou tranquilo, não vejo muito problema, muita dificuldade. Eu não me preocupo. Acho que a pesquisa reflete o momento da disputa. A gente tem que ir com calma e manter a mesma linha da campanha.'

MARINA

Beto Albuquerque, deputado (PSB-RS) e candidato a vice-presidente na chapa deMarina Silva
“Já estávamos percebendo o crescimento do apoio pelas manifestações de rua. Nós esperávamos o crescimento e estamos otimistas, mas pesquisa eleitoral é fotografia de um momento. Muita coisa ainda tem que ser feita. Vamos prosseguir com a nossa ideia propositiva e apresentar propostas, mobilizar pessoas [...]. O nosso crescimento tem a ver com o desejo de mudar da população brasileira. A morte do Eduardo, infelizmente, despertou essa atenção à politica, e os brasileiros estão enxergando na Marina a possibilidade de mudar através dela.”

Walter Feldman, deputado (SP) e coordenador-adjunto da campanha de Marina Silva
“Nos últimos dias, se falou muito sobre a pesquisa e que caminhávamos para números próximos aos 29%. Portanto, eu não diria que o resultado surpreende porque era o que estava sendo revelado. […] Nossa perspectiva é de uma tendência muito favorável à Marina, que nos alegra, mas nós vemos a pesquisa com muita humildade [...] Eu acho que depois dos primeiros momentos da tragédia que sofremos, o eleitor estra numa fase de razão e análise. Nossa avaliação é de que o eleitor já está em fase de análise e começa a se preocupar com o processo eleitoral para tomar sua posição.'

Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), senador, líder do PSB no Senado e candidato ao governo do Distrito Federal
“Acho natural esse crescimento. Marina expressa o desejo de mudança da população brasileira. É natural que ela esteja crescendo a cada pesquisa. Não tenho dúvida de que ela vai para o segundo turno. Marina é uma pessoa de uma trajetória correta, de muito conteúdo e isso só tende a crescer.'

AÉCIO

José Agripino, senador (DEM-RN) e coordenador da campanha do Aécio Neves
“Essa pesquisa é muito ruim para a Dilma, para o petismo. A pesquisa revela preferência por dois candidatos e por uma pessoa que não teve exposição de candidata, teve apenas exposição. Daqui a 15 dias, você terá condições de fazer avaliação dos três como candidatos, porque até agora Marina foi exposta, exibida, mas sem emitir opiniões, sem participar de debates e confrontos. A pesquisa só avaliou os prós, nenhum contra até agora. Não desanima nossa campanha de jeito nenhum.”

Álvaro Dias (PSDB-PR) , senador e vice-líder do PSDB no Senado
“Acho que o momento é de correção de rumos. É preciso considerar as circunstâncias em que essa pesquisa esteve em campo, ainda sob impacto de uma tragédia e há que se esperar um pouco mais para assentar a poeira e verificar as consequências. Creio que cabe ao PSDB afirmar-se como oposição real ao modelo vigente, isso tem que ficar elucidado com clareza solar, para que as pessoas possam identificar diferenças. Há uma insatisfação em relação ao modelo vigente, que é liderado neste momento por Dilma, e só existe um candidato que pode se declarar como oposição. O resultado da pesquisa evidentemente que preocupa, mas não desanima.”

Antônio Imbassahy, deputado (BA) e líder do PSDB na Câmara
“O que está nítido agora é a ocorrência do segundo turno e o nível de rejeição a Dilma. Estamos num momento em que esta começando o horário eleitoral, com uma superexposição de mídia [da Marina] em meio a uma tragédia que vitimou pessoas que estavam no processo político. E isso pode sugerir a ocorrência de uma onda [...]. Claro que isso gerou uma superexposição dela, sem dúvida nenhuma [...]. O nível de conhecimento [da candidatura] do Aécio ainda é relativamente baixo, e as qualidades do candidato ainda não são totalmente conhecidas. Ele teve uma queda, assim como a Dilma. Acho que o Aécio tem que manter a mesma estratégia de se caracterizar como candidato de oposição. E evidentemente intensificar a ação nos estados.”

(*) O Ibope ouviu 2.506 eleitores em 175 municípios entre os últimos sábado (23) e segunda-feira (25). O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00428/2014.